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9/10/2017 12:23 - Atualizado em 9/10/2017 12:23

Dívidas! O que fazer?

Alguns órgãos governamentais, vez por outra, divulgam estatísticas sobre a inadimplência dos consumidores brasileiros. É preocupante o número daqueles que estão faltando com os compromissos assumidos.

O Brasil tem 61 milhões de consumidores inadimplentes, segundo o Indicador SERASA de Inadimplência do Consumidor. Esse é um recorde histórico afetando o orçamento das famílias.

Muitos culpam a crise econômica pela qual passa o nosso País. Penso, porém, que muitas pessoas verdadeiramente caem nas tentações das propagandas, do “fiado” e das prestações “a perder de vista”. Daí as dívidas e suas complicações.

Lembro-me sempre do meu pai dizendo: “Não coloco o chapéu onde minha mão não alcança”. Em outras palavras, não firmem compromissos financeiros se não podem honrá-los. A situação dessas pessoas é como estivessem algemadas, devido às preocupações e, especialmente, as ameaças dos seus credores.

Conheci, tempo atrás, um irmão que colocou a sua família em grande dificuldade porque, consumista como era, levou ansiedade e angústia a todos pelas ameaças feitas por agiotas. Viveu momentos de grande apreensão.

O crente no Senhor Jesus Cristo deve administrar com responsabilidade a sua vida financeira. Quantas vezes já ouvimos falar de pessoas que se tornam escravas das dívidas porque gastam o dinheiro naquilo que têm vontade. Há uma diferença entre a vontade e a necessidade. Nem sempre o que se quer é o que se precisa. Então, não é sensato tomar emprestado, endividar-se, principalmente, quando isso se torna uma grande aflição para a família.

A psicologia tem demonstrado que o consumo exagerado pode se tornar uma doença, uma espécie de vício: a pessoa consumista só consegue obter prazer ou se sentir bem ao comprar coisas, mesmo que não tenha condições ou utilidade. Compram produtos porque os comercias da TV anunciam como indispensáveis. Não é assim?

A própria SERASA aconselha como evitar cair nas dívidas:

a) Reúna a família e faça um levantamento de todos os gastos, inclusive com itens pequenos, como o cafezinho na padaria;
b) A família deve sempre decidir em conjunto quais gastos cortar, quanto guardar e onde aplicar o dinheiro poupado;
c) Abandone o consumismo. Tenha no máximo um cartão de crédito e só o leve na bolsa quando tiver planejado uma compra realmente necessária; no vencimento, não parcele o valor gasto no cartão.
d) Pesquise preços antes de comprar qualquer produto e corte os gastos desnecessários.

Quem se habitua em dívidas perde o crédito, o nome, os bens, a paz e, em algumas situações, até a própria vida. Por isso, não é prudente contrair dívidas sem planejamento e sem possibilidades de honrá-las, para não se tornar escravo delas.

Paulo, em Romanos 13.8a, ensina: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros.”

Pr. Arlécio Franco Costa

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