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3/08/2013 19:31 - Atualizado em 3/08/2013 19:31

Dízimos e ofertas à luz da palavra de Deus

Os exemplos de dízimos e ofertas no Antigo Testamento nos mostram princípios importantes a respeito da mordomia do dinheiro, que são válidos para os crentes do Novo Testamento.

1. Devemos nos lembrar que tudo quanto possuímos pertence a Deus (veja Êx 19.5; Sl 24.1; Ag 2.8), de modo que aquilo que temos não é nosso, antes, é algo que Ele confi ou aos nossos cuidados. Diante de Deus, não temos nenhum domínio sobre nossas posses.

2. Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2 Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5).

3. Nossas contribuições devem ser para a promoção do Reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do Evangelho pelo Mundo (1 Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1 Tm 5;17, 18), para ajudar aos necessitados (Pv 9.17; Gl 2.10; 2 Co 8.14; 2 Co 9.2), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer ao Senhor (Dt 14.22,23).

4. Nossas contribuições devem ser proporcionais à nossa renda. No Antigo Testamento, o dízimo era calculado em uma décima parte. Dar menos que isso era desobediência a Deus. Aliás, equivalia roubar-Lhe (Ml 3.8-10). Semelhantemente, o Novo Testamento requer que as nossas contribuições sejam proporcionais àquilo que Deus nos tem dado (1 Co 16.2; 2 Co 8.3,12).

5. Nossas contribuições devem ser voluntárias – nunca obrigatórias – e generosas, pois assim é ensinado tanto no Antigo Testamento (Êx 25.1,2; 2 Cr 24.8-11), quanto no Novo Testamento (2 Co 8.1-5,11,12). Não devemos hesitar em contribuir de modo sacrifi cial (2 Co 8.3), pois foi com tal espírito que o Senhor Jesus entregou-se por nós (2 Co 8.9; Fp 2.5-8). Para Deus, o sacrifício envolvido é muito mais importante do que importante do que valor monetário da dádiva (Lc 21.1-4).

6. Nossas contribuições devem ser dadas com alegria (2 Co 9.7). Tanto o exemplo dos israelitas no Antigo Testamento (Êx 35.21-29; 2 Cr 24.10), quanto o dos cristãos Macedônios do Novo Testamento (2 Co 8.1-5) devem servir-nos de modelo.

7. Deus tem prometido recompensar-nos de conformidade com o que Lhe temos ofertado (Dt 15.4; Ml 3.10-12; Mt 19.21; 2 Co 9.6; 1 Tm 6.19).

Tendo esses princípios em mente, faremos a vontade de Deus no que concerne às nossas contribuições. Que nossa fidelidade a Deus venha a basear-se no nosso amor por Ele e no reconhecimento de que Sua graça é derramada em nós.

Autor desconhecido

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Comentários

  1. Nivalde Teixeira de abreu disse:

    Toda honra e Glória ao nome do Senhor. Tenho sido muito edificado com as Pastorais e estudos dos amados pastores do Barro Preto.
    Para mim esta Igreja é um referencial de fé e seriedade no Cristianismo.

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