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15/10/2014 11:14 - Atualizado em 15/10/2014 11:24

Fazendo a vontade de Deus

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12:2)

Na minha adolescência ouvi um grito do qual me alegra lembrar que ajudei ecoá-lo. Era assim: “um, dois, três…, quatro, cinco, mil…, queremos eleger o presidente do Brasil!” Em 1984 isso era um alvo da maior parte da nação brasileira que não elegia um presidente desde 1960. E com tanta gente engrossando este coro, evidentemente o que se seguiu foi…, uma decepção! Uma decepção porque naquele ano, mais precisamente no dia 25 de abril de 1984, a Emenda Dante de Oliveira, conhecida como “diretas JA” e que reivindicava eleições diretas para presidente da República não foi aprovada pela Câmara dos Deputados do Brasil. Mas isso, apesar do sentimento de decepção, não deixou de ser alvo da nação que, em 1988, assistiu o Congresso Nacional aprovar a emenda constitucional que estabeleceu as eleições diretas para presidente, e o que de fato ocorreu em 1989. 

Eu aprendo com a história que nem tudo acontecerá de acordo com minha vontade, mas o que importa é compreender e acatar a vontade de Deus. Por exemplo, o grande rei Davi tinha um alvo de construir um templo para Deus (2 Sm. 7), mas foi impedido de executar seu plano simplesmente porque Deus não o quis. Esse privilégio ficou a cargo de Salomão, o filho do rei Davi, por quê? Ora, porque essa era a vontade de Deus (2 Cr. 22)! Em meados dos anos 80 eu talvez não tinha esta percepção, mas hoje tenho total convicção de que Deus é o Dono da história.

A vontade de Deus é soberana. Compreender e acatar isso como direção para a vida faz toda diferença. Os Apóstolos sabiam muito bem disto. Paulo declara na Primeira Carta aos Tessalonicenses o que, em primeiro plano, é a vontade de Deus: a nossa santificação; e segundo plano uma ordem de algo que devemos evitar para que não nos desviemos desta Vontade. “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; (1 Ts.4:3)”.

Nada obstante a isto, em sua Primeira Carta Pedro cita Levítico 20:7 como algo relacionado a esta santificação: “porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo. (1 Pe. 1:16). Para um viver santo que não dê a menor chance do mundo criticar, antes, o faz calar, o autêntico cristão deve praticar o bem. Pedro assim também escreve: “Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos;(1 Pe. 2:15)”. Isto gera exemplo, isto gera atitudes que evitam julgamentos. Praticar o bem é vontade Deus.

E por último, mas de igual importância, o Apóstolo João escreve: “ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente (1 Jo. 2:17).” O mundo e tudo que ele oferece é passageiro. Isso provoca um ciclo vicioso na vida daqueles que desconhecem a vontade de Deus, porque eles precisam sempre se satisfazerem de algo que rapidamente se esvai. Já o que faz a vontade de Deus, permanece eternamente porque faz aquilo que vem de Quem é Eterno.

Fazer a vontade de Deus gera eternidade em todos os sentidos!

Um grande abraço. Deus os abençoe grandemente. 

Wallace Monteiro Pinheiro

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