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9/07/2015 17:21 - Atualizado em 9/07/2015 17:21

Histórias dos Hinos que cantamos – Brilho Celeste

Um dia, em 1899, o Pr. George Harrison Cook foi ao Pr. Henry J.Zelley com um pedido. “Meu amigo, quero que me ajude”, disse o hinista-compositor, “Deus me deu uma linda melodia, mas não consigo escrever as palavras certas para ela. Posso toca-la para o irmão?” “Claro”, foi a resposta de Zelley, “deixe-me ouvi-la”. Deste encontro dos dois pastores-hinistas surgiu o feliz e altamente cantável hino Brilho Celeste, que expressa a grande alegria do crente que tem a certeza: “Ele nunca me deixará.Nem sombras nem nuvens podem apagar a sua luz sobre o meu caminho! Meu Salvador me guiará bem de perto em todo o meu caminho para a ‘mansão’, por isso, ‘com alegria sigo cantando, pois Jesus Cristo me satisfaz’.”

Em 1900, o hino apareceu no hinário Gospel Praises (Louvores Gospel), uma das dezenas de coletâneas de gospel hymns editadas por Kirkpatrick e Gilmour.

O estribilho de Brilho Celeste dos anos 1931 a 1981, soava pela rádio cada domingo à tarde em todos os Estados Unidos e alguns outros países. Tornou-se conhecidíssimo e amado, quando Charles E. Fuller, o famoso e profícuo evangelista americano de rádio usou-o, com o seu próprio arranjo, em todos os seus programas de The Old Fashioned Revival Hour (A Hora do Avivamento no Estilo Antigo). A possante voz do barítono do evangelista e da sua congregação de aproximadamente 4.000 pessoas, podiam ser ouvidos do grande auditório de Long Beach, CA. Estas pessoas, como milhões de outros ouvintes, não gostavam de perder esse programa com as mensagens simples do evangelho e as “cartas dos ouvintes que ‘Honey’, a esposa de Fuller, lia”. Isto, e a impressionante música, com Rudy Atwood ao piano e Donald P. Hustad ao órgão, com o famoso quarteto e o coro, tornaram o programa o precursor e modelo para os futuros programas evangelísticos na TV. Foi o instrumento para a salvação para milhares de pessoas. Após a morte do evangelista em 1968, seu filho Daniel, continuou este ministério por mais treze anos. Ele também ensinou e serviu como Reitor no Fuller Theological Seminary (Seminário Teológico Fuller),fundado pelo pai.

O autor de Brilho Celeste, Henry J. Zelley nasceu em Mount Holly, Estado de nova jersey, em 15 de março de 1859. Fez o mestrado em Artes e Doutorado em Filosofia (phD) na Univesidade Taylor em Upland, Estado de Indiana. Estudou Teologia no Seminário Pennington, NJ. Consagrado ao ministério metodista, entrou na Convenção do seu Estado natal, onde serviu, ao longo dos anos em dezenove diferentes igejas. Ativo no trabalho da Conferência dos Estado, serviu em diversas áreas, inclusive na junta do seu Seminário.

“Pregador e pastor de grande sucesso, o ministério de Zelley foi marcado de fervor evangelístico. Foi autor de mais de 1.500 poemas, hinos e gospel songs”. Este é o único em uso mundial, hoje.

O nome da melodia, SUNLIGHT (Brilho do Sol), às vezes chamda HEAVENLY SUNLYGHT (Brilho Celeste), provém do título do hino no original e do seu tema.

O Pr. George Harrison , convertido aos quatorze anos, desde cedo dedicou-se à música. “Teve uma longa vida de ministério que inclui pregar, cantar tocar, compor, reger coros, organizar bandas e orquestras e treinar gospel singers (cantores de gospel hymns)”. Passou seus últimos anos em Ocean Grove, estado de Nova Jersey, onde veio a falecer em 1948.

Bibliografia: Kerr,Phil, Music in Evangelism in: Hustad,Donald, Dictionary-Handbook to Hymns for Living Church,Carol Stream, IL, Hope Publishing

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