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12/12/2016 10:50 - Atualizado em 12/12/2016 10:50

Jesus, a alegria desejada

A tradução mais literal para o título original da famosa composição de Bach “Jesus, alegria dos homens” (“Jesus, joyofman’sdesiring”) seria “Jesus, a alegria que os homens desejam.”

A redescoberta de que Jesus é a fonte de alegria fará de nós cristãos muito mais felizes e trará renovação na vida e no testemunho da Igreja. Esta reflexão não é nova. A resposta à primeira pergunta: Qual é o fim principal do homem? Do Catecismo de Westminster (1648) traz esta indicação: “O fim principal do homem é glorificar a Deus e desfrutá-lo para sempre”.

Na introdução de seu livro “Ser É o Bastante”, Carlos Queiroz diz: “A felicidade do discípulo consiste primeiramente no reencontro harmonioso com o Ser que é Feliz. [...] Fora da vocação humana, fora da filiação em Deus, qualquer ser humano viveráou melhor, morrerá – em demasiada tristeza”.

Jesus nunca foi triste. Um texto pouco conhecido das Escrituras revela Jesus alegre no início do mundo criado: “Eu estava ao seu lado, e era o seu arquiteto; dia após dia eu era o seu prazer e me alegrava continuamente com a sua presença” (Pv 8.30). Em Hebreus 1.8 e 9, Deus diz ao Filho: “Amas a justiça e odeias a iniquidade; por isso Deus, o teu Deus, escolheu-te dentre os teus companheiros, ungindo-te com óleo de alegria”. No Salmo messiânico (16.8-11) Cristo declara: “Eu sempre via o Senhor diante de mim. Porque ele está à minha direita, não serei abalado. Por isso o meu coração está alegre e a minha língua exulta [...] e me encherás de alegria na tua presença”.

Embora Jesus tenha experimentado tristeza – uma das ocasiões foi no Getsêmani, quando declarou aos discípulos: “A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal” (Mt 26.38), ele é alegre por natureza. Ele chorou, sofreu fome, cansaço, abandono, morte, mas foi sustentado por uma alegria indestrutível. Foi “pela alegria que lhe estava proposta, [que] ele suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita de Deus”(Hb 12.2).

Em suas palavras de despedidaem um momento de muita tristeza Jesus promete aos discípulos: “Tenho lhes dito estas palavras para que minha alegria esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa” (Jo 15.11; 17.13). Cristo comunica aos filhos de Deus a sua alegria por meio do Espírito Santo. Se Cristo fosse indiferente ou triste, a eternidade não passaria de um longo suspiro. Porém não é assim. As palavras de boas-vindas que Jesus tem preparado para os seus são estas: “Muito bom, servo bom e fiel! [...] Venha e participe da alegria do seu Senhor” (Mt 25.21).

Oxalá Deus nos despertasse de nossa apatia, indiferença, tristeza ou de nossa “euforia mundana” e imprimisse com cores vivas e de forma constante a alegria de Cristo em nós! Uma oração a ser feita por cada cristão e pela Igreja. Isto nos levaria a apropriarmo-nos da promessa de Jesus: “Eu vim para que tenham vida e vida em abundância” (Jo 10.10). As pessoas que ainda não se aproximaram de Cristo carentes que estão de alegrias e sentiriam atraídas à fonte de alegria por meio de nós.

(extraído do Ultimato – Set/Out/2011)

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