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27/05/2019 11:11 - Atualizado em 27/05/2019 11:11

Livre para Viver

Estamos encerrando o “Mês da Família” e aprendemos muitas coisas nestas últimas semanas. Como Deus tem tido misericórdia de todos nós! E a cada dia, observamos seu amor para conosco. Em toda a nossa programação, tivemos o cuidado para que a família interagisse junto, e muitos foram os testemunhos de gratidão pelos momentos de aprendizado e edificação.

Ao encerrarmos mais um Mês da Família, a ênfase agora é na nossa experiência “individual” com Deus e no nosso compromisso com Ele.

C. H. Spurgeon nos chama a atenção quando diz: “De acordo com o esquema do livre-arbítrio, o Senhor tem boas intenções, mas precisa aguardar, como um servo, a iniciativa de sua criatura, para saber qual é a intenção dela. Deus quer o bem e o faria, mas não pode, por causa de um homem indisposto, o qual não deseja que sejam realizadas as boas coisas de Deus. O que vocês fazem, senão destronar o Eterno e colocar em seu lugar a criatura caída, o homem? Pois, de acordo com essa teoria, o homem aprova, e o que ele aprova torna-se o seu destino. Tem de existir um destino em algum lugar; ou é Deus ou é o homem quem decide. Se for Deus quem decide, então Jeová se assenta soberano em seu trono de glória, e todas as hostes lhe obedecem, e o mundo está seguro. Em caso contrário, vocês colocam o homem em posição de dizer: ‘Eu quero’ ou ‘Eu não quero. Se eu quiser, entro no céu; se quiser, desprezarei a graça de Deus. Se quiser, conquistarei o Espírito Santo, pois sou mais forte do que Deus e mais forte que a onipotência. Se eu decidir, tornarei ineficaz o sangue de Cristo, pois sou mais poderoso que o sangue, o sangue do próprio Filho de Deus. Embora Deus estipule Seu propósito, me rirei desse propósito; será o meu propósito que fará o dEle realizar-se ou não’”.

Palavras fortes de Spurgeon. Como ele mesmo ainda escreve: “(…) se isto não é ateísmo, é idolatria; é colocar o homem onde Deus deveria estar”. Estamos vivendo dias onde tudo é relativo e muitas vezes ouvimos a expressão: “não é bem assim”. A decisão, de fato, é nossa. Precisamos decidir em quem cremos e assumirmos este compromisso, inclusive com as devidas consequências. “Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8.31-32).

Pr. Marcos Adriano Lovera
(Fonte: Revista Fé Para Hoje)

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