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4/03/2013 18:06 - Atualizado em 4/03/2013 18:06

Meu amigo, meu irmão

Um velho pregador, convidado a dar um testemunho na igreja de um pastor que lhe era muito amado, contou a seguinte história:

“Um pai, seu filho e um amigo de seu filho estavam velejando pela costa do Pacífico, quando uma tempestade aproximou-se rapidamente. As ondas estavam tão altas que, apesar de o pai ser um marinheiro experiente, não conseguiu evitar que o veleiro virasse. Os três foram arremesados ao mar quando o veleiro tombou”.

O velho pregador hesitou por um instante ao olhar para dois jovens que estavam ali, que pela primeira vez, desde o início do culto pareciam estar se interessando pela história. Ele continou: “Agarrando a boia, o pai teve que tomar a decisão mais devastadora de sua vida: ele só teve alguns segundos para decidir a qual menino jogaria a corda. O pai sabia que seu filho era salvo e também sabia que o amigo de seu filho não era. A força das ondas não se compara com a agonia dessa decisão. Ao gritar, ‘eu te amo, meu filho!’, ele jogou a outra ponta para o amigo de seu filho. Até o momento de o pai ter puxado o amigo do filho para o barco tombando, seu filho havia desaparecido nas águas turbulentas, naquela noite escura. O corpo nunca foi encontrado”.

 A essa altura, os dois jovens estavam ansiosamente olhando para ele a fim de ouvirem as próximas palavras que sairiam da boca do ministro. Ele continuou: “O pai sabia que seu filho entraria na eternidade com Jesus e não podia aguentar o pensamento que o amigo de seu filho entraria na eternidade sem Ele…”

 Já tomado pela emoção, o velho pregador continuou: “Portanto, ele sacrificou seu filho para salvar o amigo de seu filho”. E acrecentou: “Quão grande é o amor de Deus, que O levou a sacrificar Seu único filho para que nós pudéssemos ser salvos. Eu suplico que você aceite Sua oferta para resgatar você, e agarre a outra ponta que Ele está jogando para você neste culto”.

 Com isso, o velho pregador voltou-se e se sentou em seu lugar. O silêncio tomou conta do auditório. O pastor da igreja, então, subiu vagarosamente ao púlpito, e pregou um breve sermão como um apelo no final.

 Poucos minutos após o término do culto, os dois jovens estavam ao lado do velho pregador. “Foi uma estória muito bonita”, disse, educadamente, um dos rapazes, “mas não achei muito realista dar seu filho na esperança de que o outro rapaz se tornasse um cristão”.

 “Bem, você até tem uma certa razão”, o velho pregador respondeu, olhando para a sua Bíblia desgastada. Um enorme sorriso se abriu no seu rosto, e mais uma vez olhou para os garotos e disse, “Não foi muito realista, não é? Mas eu estou aqui hoje para contar este fato, que me dá uma pequena ideia de como deve ter sido para Deus dar Seu único Filho por mim e por vocês, para que fôssemos salvos, mesmo sabendo que muitos não acreditariam nisso”.  E concluiu: “Veja!… Eu sou aquele pai, e o seu pastor é o amigo do meu filho!”.

 Meu irmão: você tem se preocupado com a salvação dos seus familiares e amigos que ainda não entregaram suas vidas a Jesus Cristo?

Pr. Arlécio Franco Costa

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Comentários

  1. Nivalde Teixeira de abreu disse:

    Toda honra e Glória ao nome do Senhor. Tenho sido muito edificado com as Pastorais e estudos dos amados pastores do Barro Preto.
    Para mim esta Igreja é um referencial de fé e seriedade no Cristianismo.

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