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20/11/2017 13:58 - Atualizado em 20/11/2017 13:58

O Culto Cristão

No decorrer da história do cristianismo grandes mudanças aconteceram na prática dos cultos públicos. Algumas delas contribuíram para melhor compreensão sobre a adoração e o louvor. Outras, no entanto, fizeram-nos afastar do objetivo principal.

Precisamos entender que o culto a Deus, pessoal ou coletivo, é a expressão mais elevada da fé e devoção cristã. É supremo tanto em privilégio quanto em dever.

Em nossa Declaração de Princípios está escrito que “o culto – que envolve uma experiência de comunhão com o Deus vivo e santo – exige uma apreciação maior sobre a reverência e a ordem, a confissão e a humildade, a consciência da santidade, majestade, graça e propósito de Deus.”.

Em Colossenses 3.16, lemos: “Habite ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutualmente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração.”

Cremos que a exortação do apóstolo Paulo deve servir de parâmetro para o culto que prestamos a Deus.

Na adoração coletiva, a pregação da Palavra é essencial. Em Atos 2.46,47 é dito que as atividades da igreja do Novo Testamento eram centralizadas “na doutrina dos apóstolos, no partir do pão e nas orações”.

Em seu livro “Entre dois mundos”, John Stott afirmou: “A Palavra e a adoração pertencem indissoluvelmente uma à outra. Toda a adoração é uma resposta inteligente e amável à revelação de Deus, porque é a adoração do seu nome. Portanto, a adoração aceitável é impossível sem a pregação. Pregar é tornar conhecido o nome de Deus, e adorar é louvar o nome do Senhor sobre o qual fomos informados. Ao invés de ser uma intrusão alienígena à adoração, o ler e o pregar a Palavra são realmente indispensáveis à adoração.”

O desafio que nos é imposto exige, portanto, que o culto público seja coerente com a natureza de Deus, na sua santidade. O culto não pode ser um show para satisfazer nosso senso estético ou uma prática que nos envolva emocionalmente, apenas.

O culto não é para a nossa satisfação pessoal. “O culto é comunhão com Deus na realidade do louvor, na sinceridade do amor e na beleza da santidade.”

Sejamos, pois, verdadeiros adoradores.


Do pastor,

Pr. Arlécio Franco Costa

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