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14/10/2014 19:50 - Atualizado em 14/10/2014 19:50

O exemplo da formiga

“Vai ter com a formiga, ó preguiço; considera seus caminhos e sê sábio” (Pv 6:6) 

A história humana testemunha de si própria que foi erguida e construída pelos trabalhadores. Vemos cidades, nações, torres, pontes, casas, templos, estradas, etc., sendo erguidos pela força do trabalho humano e pela disposição.

Já o preguiçoso nada faz, constroi ou acrescenta; ele vê a vida passar como bolhas de sabão.

A formiga, mesmo pequena e sem nenhuma força, é um grande exemplo de trabalho, paciência, dedicação, perseverança, e até mesmo, visão futurística; ela sabe que seu trabalho no verão garantirá um inverno farto e abundante.

As formigas que vemos andando por nossas casas carregando mantimentos estão focadas num só propósito: o bem-estar da comunidade em que vivem.

Jesus, em Mateus 9.37,38, diz: “A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.”

Assim como a formiga que trabalha em prol de seu reino, Deus nos chama para trabalharmos na expansão de Seu reino e na edificação de Sua igreja.

Os filhos das trevas estão trabalhando ininterruptamente para disseminar o mal entre os homens. Nós, como filhos da luz, somos chamados por Deus para sairmos da nossa letargia e de nosso comodismo espiritual para levarmos ao mundo os princípios e os valores do reino de Deus. não é aqui nosso descanso, diz também a Palavra de Deus.

Jesus Cristo disse: “Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também” (João 5.17). Ele andou de cidade em cidade, falando do amor de Deus e ajudando pessoas. Ele curou, ressuscitou mortos, pregou, levantou o caído e restaurou a dignidade de muita gente.

Ele é um modelo de alguém que trabalhou em prol das pessoas e não comeu o pão da preguiça, da frieza e da lentidão.

Paulo exortou à igreja em Corinto, dizendo: “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão.” (1 Coríntios 15.58)

É triste observar que, nestes dias, são muitos os cristãos que não se envolvem mais na obra do Senhor. Não colocam seus dons, talentos, força e bens em prol do Evangelho. Não colocam mais a “mão no arado”, não entregam seus dízimos, não contribuem para o sustento da obra. Muitos estão na sonolência espiritual, apesar da relativa frequência aos cultos.

Devemos trabalhar para o Senhor e glorificar Seu nome em tudo.

A preguiça rouba nossa paz, alegria, certeza e comunhão com o Pai Eterno. Ela nos torna, enfim, infrutíferos no reino de Deus.

Em Provérbios está escrito: “o preguiçoso morre desejando, porque suas mãos se recusam a trabalhar” (21.25); “a preguiça faz cair em profundo sono e o ocioso vem a padecer de fome” (19.15). E ainda: “Pela muita preguiça desaba o teto, e pela frouxidão das mãos goteja a casa” (10.18).

Disse Jesus: “É necessário que façamos as obras daquele que Me enviou enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (João 9.4).

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