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14/04/2015 17:26 - Atualizado em 14/04/2015 17:28

O lamento de Deus

Moisés, o homem que Deus usou como instrumento para resgatar o povo da escravidão egípcia, no exercício do seu ministério cumpriu toda a vontade do Senhor.

No final do seu ministério, ele convoca o povo e dá-lhes as últimas instruções, repetindo, inclusive os dez mandamentos que foram dados por Deus.

E, diante de todo o povo, Moisés, como mediador, transmite o lamento divino. Deus disse: “Quem dera que eles tivessem tal coração, que me temessem e guardassem em todo o tempo todos os meus mandamentos, para que bem lhes fosse a eles e a seus filhos, para sempre!” (Dt. 5.29).

Resgatado da escravidão pelas mãos poderosas de Deus, usufruindo da misericórdia divina, tendo todas as suas necessidades supridas na peregrinação pelo deserto, estando prestes a tomar posse da terra prometida, aquele povo ainda não tinha aprendido a temer ao Senhor e a obedecer aos Seus mandamentos.

O lamento de Deus se deve, não apenas pela desobediência e infidelidade, mas, sobretudo, porque aqueles homens estavam perdendo bênçãos maiores para eles e para os seus. Bênçãos que se estenderiam para sempre!
Em decorrência da infidelidade, registra as Escrituras, que a geração que saiu do Egito, com exceção de Josué e Calebe, não entrou na terra prometida.

Fico pensando se o Senhor não continua com o seu lamento.

Nós, os cristãos, fomos resgatados da nossa vã maneira de viver e, perdoados por Deus mediante o sacrifício de Jesus, alcançamos a promessa de vida eterna. E, ainda, pelo “…grande amor que nos tem concedido o Pai, somos chamados filhos de Deus…” (1 Jo 3.1).

Mas – pergunta-se -, qual tem sido a nossa resposta diante de tão grande privilégio? Qual tem sido a nossa conduta neste tempo de peregrinação terrena? Qual o nosso compromisso com os princípios e os valores do reino de Deus? Qual a nossa participação no corpo de Cristo, a igreja?

Creio que temos perdido, sim, as bênçãos que nos conduziriam a uma vida abundante, como prometeu Jesus.
Mas, ainda há tempo para o arrependimento. Ainda há oportunidade de renovarmos o nosso compromisso com Deus.

Que o Senhor, pela Sua graça e misericórdia, nos dê essa nova oportunidade para que possamos temer ao Senhor e guardar todos os Seus mandamentos.

Pr. Arlécio F. Costa

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