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14/05/2016 16:42 - Atualizado em 14/05/2016 16:42

Perdão no relacionamento conjugal

Li, em algum lugar, a seguinte história:

Dois irmãos, Joãozinho e Helena brigaram. Houve pancadas, houve lágrimas. A mãe veio correndo para separar o dois. Nenhum dos dois se confessou culpado, de maneira que foram ambos mandados para a cama. Justamente ao cair da noite, a mãe fez mais uma tentativa para efetuar a reconciliação. Mas pouco êxito teve, a princípio. “Joãozinho”, disse ela, “sua irmãzinha pode morrer antes do amanhecer. Como você então se sentiria mal por não lhe haver pedido perdão!” Esse pensamento pareceu ter efeito sobre Joãozinho, que por fim resolveu endireitar o mal.
Dirigindo-se pé ante pé, para o quarto da maninha, o pequerrucho cochichou aos seus ouvidos: “Helena! Sinto muito ter brigado com você hoje. A mamãe disse que você é capaz de morrer esta noite, e então eu ficaria muito triste.” Houve uma pausa, e depois continuou: “Mas se você não morrer esta noite, amanhã cedo me paga sem falta!”

Nós sorrimos, mas não é justamente esta a maneira em que, às vezes, nós perdoamos aos que nos ofendem? Perdoamos, com reservas. Dizemos que perdoamos, porém nos é difícil demais esquecer.

Parece-me que, infelizmente, essa conduta tem sido frequente nos relacionamentos conjugais. Aconselhando casais em situações de conflitos, percebo claramente que muitos deles aceitam com reservas as orientações dadas. Talvez, por respeito à figura do pastor, concordam em perdoar-se mutuamente. Mas, em casa, como os personagens da história, agem do mesmo modo.

Os Evangelhos relatam a história do servo que, recebendo o perdão de uma dívida impagável, não agiu com a mesma generosidade em relação ao seu conservo. O resultado final foi ser entregue aos verdugos. (Mateus 18.23-35).

Quando o apóstolo Pedro perguntou a Jesus sobre quantas vezes se deve perdoar, Jesus respondeu: “Não te digo que até sete, mas setenta vezes sete.” (Mateus 18.22).

Este é imperativo divino para cada um de nós! E, de modo especial, é o segredo de uma vida conjugal abençoada e vitoriosa. A profa. Nancy Dusilek, em uma palestra dada em nossa igreja, disse: “Um casamento feliz e abençoado é feito por dois grandes perdoadores.”

Neste Mês da Família reflita sobre o perdão de Deus e, consequentemente, se há algo em que você se sente magoado no relacionamento conjugal, perdoe o seu cônjuge e, assim, você experimentará a paz divina em seu coração. Perdoe e usufrua desta bênção!

Pr. Arlécio Franco Costa

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Comentários

  1. Nivalde Teixeira de abreu disse:

    Toda honra e Glória ao nome do Senhor. Tenho sido muito edificado com as Pastorais e estudos dos amados pastores do Barro Preto.
    Para mim esta Igreja é um referencial de fé e seriedade no Cristianismo.

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