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7/10/2014 15:43 - Atualizado em 7/10/2014 15:43

Quem está no comando?

A falta de obediência de um cristão é a demonstração clara de uma fé divorciada dos ensinos de Jesus, uma fé que não leva à realização da vontade do Senhor.

Na Bíblia encontramos exemplos de pessoas que, no primeiro momento, mostraram-se resistentes à vontade de Deus.

Moisés foi uma delas. Ele disse a Deus: “Eu tenho uma língua pesada. Manda ao Egito quem quiseres – não a mim.” Jeremias foi outra. Ele alegou que era muito moço para assumir a tarefa que Deus queria lhe dar.

Parece que a resistência do coração humano ao convite de Deus é uma coisa bem normal. Parece que nossa natureza humana é revoltada desde o primeiro pecado no Jardim do Éden. Não adianta esconder este fato. Já disse alguém que “a revolta escondida é a pior das revoltas.”

Mas há algo que precisamos saber. Deus não destroi a vida do crente revoltado e desobediente. Muitas vezes, na história da Igreja Cristã, Deus transformou servos revoltados em filhos obedientes, de um momento para outro.

É o que, por exemplo, aconteceu com o Apóstolo Paulo. De manhã, ele ainda tinha dito “não”. De tarde, dizia “sim”. E foi um “sim” pra valer. Ele disse sim e foi trabalhar para o Senhor. Trabalhou até o último instante de sua vida.

Esse fato, muitas vezes repetido na história do povo de Deus, Jesus o tem em mente, quando diz em uma de suas parábolas (Mateus 21.28-32) que o filho, que lançara ao rosto do pai seu teimoso “não quero”, depois se arrependeu e foi trabalhar.

O Senhor não nos condena; não nos fixa numa posição que temos tomado, em nossa desobediência. Ele deixa a porta aberta. Ele não nos despede como um patrão irado que demite um trabalhador faltoso. Ele perdoa o “não quero” do filho revoltado e alegra-se com seu arrependimento.

O que realmente aconteceu com o segundo filho da parábola? Sua revolta, sua resistência interna à vontade do pai, foi vencida – bem aí onde se encontra o “centro de comando” do homem, centro que a Bíblia chama de coração.

No coração foi despertada a fé. E esta fé provocou uma vontade de mudar, um desejo de obedecer, a tal ponto que o filho rebelde tomou a decisão de ir à lavoura do pai. Entendamos bem: o pai não o levou “na marra”. Ele o atraiu com sua bondade, sua paciência. Mas não o forçou.

No “centro de mudança” do filho, isto é, no coração, ele se arrependeu, converteu-se, deu meia-volta e começou a obedecer.

Nós, individualmente, assim como toda a igreja, recebemos uma oferta graciosa por parte de Deus: a de trabalharmos na vinha de Cristo, de servirmos em Seu Reino. Se nós nos dermos por satisfeitos cantando “aleluia”, dizendo “amém” ou participando de eventos “gospel”, sem agir no campo de trabalho que Deus tem nesta terra, não poderá acontecer o mesmo que Jesus relata nesta parábola?

Não podemos dizer “sim” e continuar a viver nossa ‘vidinha particular’, sem compromisso com o Reino de Deus. Precisamos entender que somos servos, e, como tais, devemos servir ao Senhor de nossa vida: JESUS.

A propósito, quem está no comando de sua vida? Você mesmo ou Jesus Cristo?

Pr. Arlécio F. Costa

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