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11/06/2018 12:28 - Atualizado em 11/06/2018 12:28

Ser Pastor

Li, em algum lugar, uma definição sobre chamado pastoral que achei interessante. É a seguinte: “Chamado pastoral é um chamado de Deus a alguém que não merece, para realizar um serviço impossível, em um lugar que não conhece por um tempo que não sabe”.

Essa verdade é exposta pelo apóstolo Paulo em sua primeira carta ao jovem pastor Timóteo. Ele diz: “Sou grato para com aquele que me fortaleceu, Cristo Jesus, nosso Senhor, que me considerou fiel, designando-me para o ministério, a mim, que, noutro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade.” (1 Tm 1.12,13).

O meu sentimento, enquanto pastor é exatamente assim.

Para o exercício do ministério pastoral não há (e nunca houve) alguém que se apresente com méritos e com as capacitações exigidas. Reconheço, humildemente, a falta das condições necessárias para o desempenho de tão grandes responsabilidades.

Lembro-me de que, quando chamado por Deus, fiz uma série de indagações ao meu próprio coração: O que fazer? Como pregar? Por onde começar? Por quanto tempo?

Ainda hoje, depois de 41 anos de consagração formal ao ministério, continuo com essas e muitas outras perguntas produzidas pelas dificuldades dos dias atuais.

Mas, pela graça de Deus, tenho motivos particulares para expressar minha gratidão a Deus. Primeiro, pelo privilégio que Ele me concedeu em me vocacionar para o ministério pastoral, apesar de todas as minhas limitações e fraquezas. Segundo, pelo apoio irrestrito da minha amada esposa, Tânia. Ela, também chamada por Deus, tem me abençoado ao longo desses anos como companheira de vida e de ministério. Terceiro, os filhos, Arlécio Junior e Andréa, que tem honrado ao Senhor, participando, também, de ministérios na igreja e na Denominação. Quarto, as igrejas que pastoreei. Elas (e principalmente a querida Barro Preto) foram sempre generosas, amorosas, agindo sempre com longanimidade. Quinto, os colegas pastores barropretanos, assim como os diáconos e diaconisas, pelo companheirismo e comportamento ético.

Hoje, portanto, nesta celebração do Dia do Pastor, tenho somente gratidão a Deus por todo esse tempo em que, pela Sua graça e misericórdia, o Senhor tem me sustentado no exercício deste ministério.

A Ele, pois, toda honra e toda glória!

Pr. Arlécio Franco Costa

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Comentários

  1. Antônio Carlos disse:

    Otima mensagem efificante e instrutiva gostaria fe receber mais mensagens em meu e-mail.

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