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6/07/2015 17:56 - Atualizado em 6/07/2015 17:56

Uma reflexão pastoral

Vivemos um momento em que os princípios da nossa fé e os valores morais que foram defendidos ao longo da história da igreja estão sendo desprezados e invertidos.

No entanto, não devemos nos assombrar. A Palavra de Deus já nos adverte que “…nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus…” (I Tm.3.1-4) Ufa!

O texto acima é o retrato fiel da sociedade dos nossos tempos.

Mas, como pastor, faço a seguinte reflexão:

Primeiro: nenhum Parlamento, nenhum Governo e nenhum Tribunal humano tem autoridade para impor ao cristão uma redefinição do casamento. As decisões tomadas em nosso País e em outros, não mudam a verdade do casamento que foi instituído pelo nosso Deus. Em Provérbios 21.22 está escrito: “Não há sabedoria, nem inteligência, nem mesmo conselho contra o Senhor.”

Casamento, segundo a ordem do Senhor é entre um homem e uma mulher. Os homens mudam os seus conceitos, mas a Palavra de Deus é eterna.

Segundo: Em Isaías 5.20 está escrito: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!”

Quando um homem, ou uma comunidade ou, ainda, uma nação coloca-se contra os princípios e os valores do reino de Deus, o julgamento divino virá no tempo por Ele determinado. O apóstolo Paulo afirma: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” (Gálatas 6.7). O mesmo Paulo diz que aqueles que “…se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, receberão, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.” (Romanos 1.27).

Terceiro: a liberdade religiosa, assegurada na Constituição Brasileira, não é prometida na Bíblia. Pelo contrário, adverte-nos a Palavra de Deus que seremos perseguidos e odiados pelo mundo (Mateus 5.10-12).

Quarto: Os cristãos, comprometidos com a Palavra de Deus, precisam viver o Evangelho, não se conformando com os padrões estabelecidos pelo mundo (Romanos 12.1,2). Mas, precisamos entender que a nossa “guerra” não é contra as pessoas e os Movimentos por elas defendidos. Condenamos o pecado, sim, mas devemos orar por aqueles que estão nesta prática, compadecer-se delas e, sobretudo, com amor e paciência compartilhar a doce e poderosa mensagem de Jesus Cristo, nosso Senhor.

Finalmente, não podemos ter vergonha da nossa fé. Pelo contrário, devemos firmar cada vez mais a nossa convicção acerca da fé cristã, proclamando Jesus como Senhor e Salvador.

Quanto ao mais, pedimos que a misericórdia do Senhor seja derramada sobre as nossas vidas e, também, sobre todos aqueles que, por ignorância ou incredulidade, rejeitam a sã doutrina.

Pr. Arlécio F. Costa

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